Fachin toma posse como presidente do TSE e afirma: ‘Democracia é inegociável’

Em seu discurso, Fachin defendeu o diálogo institucional e ressaltou que entre os desafios da gestão está a proteção da "verdade sobre a integridade das eleições brasileiras"

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin tomou posse nesta terça-feira (22) como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em seu discurso, o ministro disse que “a democracia é inegociável”. Além disso, ele defendeu o diálogo institucional e ressaltou que entre os desafios da gestão está a proteção da “verdade sobre a integridade das eleições brasileiras” e a garantia do respeito ao resultado das urnas.

O ministro afirmou ainda que a Corte estará “implacável” na defesa da Justiça Eleitoral, uma vez que “calar é consentir”, e avisou que a instituição “não se renderá”.

“O Brasil merece mais. A Justiça eleitoral brada por respeito. E alerta: não se renderá. Cumprir a Constituição da República se impõe a todos: o Brasil é uma ‘sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias”, disse o ministro.

Fachin integra o Supremo Tribunal Federal desde 2015 e vai comandar o TSE até agosto, quando termina o prazo de quatro anos como integrante da Corte Eleitoral. O ministro vai passar a presidência para o ministro Alexandre de Moraes, que assumiu nesta terça (22) o posto de vice-presidente do tribunal.

De acordo com o novo presidente do TSE, os desafios da gestão são: proteger e prestigiar a verdade sobre a integridade das eleições brasileiras; fortalecer as eleições, classificada por ele como ferramenta fundamental para garantir a escolha popular; combater à “perniciosa desconstrução” do legado da Justiça Eleitoral e respeitar o resultado das urnas;

Bahia.ba

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