Registros indicam participação externa em políticas atribuídas à banca ligada à família Moraes
Informações extraídas de metadados de documentos internos levantam questionamentos sobre o papel do escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, na elaboração de políticas de compliance do Banco Master.
A revelação foi publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta segunda-feira, 30. Segundo a reportagem, parte dos arquivos analisados aponta que documentos atribuídos à banca teriam, na prática, sido produzidos por funcionários e até ex-integrantes da própria instituição financeira — inclusive em situações que faziam parte do escopo contratado com o escritório ligado à família Moraes.
Participação de ex-funcionária chama atenção
Um dos casos citados envolve a Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento da Proliferação de Armas de Destruição em Massa. O material foi criado em julho de 2025 por Patrícia Silveira.
Ela ocupou o cargo de superintendente de Risco Operacional do Banco Máxima — instituição que deu origem ao Banco Master — entre 2018 e 2020.
A reportagem questionou o fato de a elaboração ter sido feita por meio de uma conta profissional vinculada a Patrícia, mesmo após ela não integrar mais o quadro da instituição. Não houve resposta aos questionamentos.
Do Contra Fatos
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