Alagoinhas registra primeiro caso de H3N2


 

Alagoinhas registrou o primeiro caso de H3N2 de 2021. A confirmação do caso veio através do  boletim publicado pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP), nesta quarta-feira (15).

Mesmo com o registro, a Prefeitura de Alagoinhas, através da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), informou que a cidade não está vivendo surto da gripe Influenza A, H3N2. A administração explica que apesar de registrar o primeiro caso da doença, ainda não está configurada uma situação de epidemia.

“Tivemos nossa primeira confirmação e já esmos tomando providencias, seguindo as recomendações do Governo do Estado. Quero destacar aqui a importância de manter o cartão de vacinação atualizado, a vacina contra a gripe é trivalente, ou seja, composta por três tipos de vírus Influenza, o H1N1, H3N2 e B Phuket, e ela é a melhor forma de prevenção”, afirma a secretária de Saúde, Laína Passos.

A SESAU divulgou também  um balanço parcial da vacinação contra o vírus Influenza (gripe) em Alagoinhas. Durante a campanha, foram aplicadas 46.959 doses do imunizante aplicadas. De acordo com o levantamento, a ação atingiu uma cobertura vacinal de mais de 100%, já que a meta era 46.957 doses. Até 01 de setembro de 2021 também foram aplicadas 19.788 doses do imunizantes fora do grupo prioritário.

Vacinação

“A vacinação contra a gripe é segura, eficaz, não transmite o vírus e é um dos meios de proteger este grupo de risco contra complicações que a doença pode trazer. Ela causa ainda impacto na diminuição das internações hospitalares”, explica a gestora.

A SESAU intensificará a vacinação que já está disponível nas 30 Unidades de Saúde da Família (USF), assim como no Hospital Regional Dantas Bião e no Hospital das Clinicas de Alagoinhas (HCA). A Unidade Gripária de Santa Terezinha também está prepara e equipada para atender a população. A Rede de Frios disponibiliza cerca de 800 doses para toda a população.

O grupo prioritário é composto por crianças entre 6 meses e 6 anos; gestantes e puérperas; pessoas com 60 anos ou mais; povos indígenas e quilombolas; população privada de liberdade; adolescentes sob medidas socioeducativas; pessoas com comorbidades ou deficiência permanente

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