A Fifa decidiu não excluir Israel de competições internacionais de futebol, mantendo também a participação de seus clubes em torneios continentais. Em reunião do Conselho nesta quinta-feira (2), o presidente Gianni Infantino afirmou que a entidade não tem poder para intervir em questões geopolíticas.
“A Fifa não pode resolver problemas geopolíticos, mas pode e deve promover o futebol em todo o mundo, explorando seus valores unificadores, educacionais, culturais e humanitários. Nos solidarizamos com quem sofre nos numerosos conflitos que existem em todo o mundo”, declarou.
O posicionamento ocorre em meio a apelos crescentes pela exclusão de Israel das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, medida que já foi aplicada à Rússia após a guerra na Ucrânia. A presidente da Federação Norueguesa, Lise Klaveness, chegou a formalizar o pedido no último dia 26 de setembro.
Apesar da pressão, Infantino não citou Israel durante o Conselho. Segundo o jornal espanhol As, a proximidade do dirigente com Donald Trump e, por consequência, com o premiê israelense Benjamin Netanyahu, dificulta uma eventual punição. A Noruega, de Erling Haaland e Martin Odegaard, enfrentará Israel no próximo dia 11, pelas Eliminatórias.
Comunicação em Ação | com informações do Lance!
Foto: Divulgação/Fifa
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