Lauro de Freitas: Vereadores trocam farpas e agressões durante sessão na Câmara; veja vídeo

Confusão aconteceu na tarde desta quarta-feira (4)

Foto: reprodução redes sociais
Foto: reprodução redes sociais

 

Bate-boca e agressões tomaram conta da sessão desta quarta-feira (04) na Câmara Municipal de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Imagens registraram a confusão entre o  líder do governo na Casa, Edvaldo Palhaço (Cidadania), a vereadora Luciana Tavares (PCdoB) e o cinegrafista Pablo Rosa, assessor do também vereador Gabriel Bandarra (UB), popularmente conhecido como Tenóbio.

De acordo com nota enviada pela assessoria de Tenóbio, Palhaço teria agredido física e verbalmente seu cinegrafista. Ainda segundo o texto, a confusão começou quando Luciana Tavares propôs a desapropriação de um galpão conhecido como Carandiru, na localidade de Vila Nova de Portão. Questionada sobre a propriedade do terreno e a legalidade da proposta, a vereadora partiu para a discussão, proferindo, segundo o comunicado, palavras de baixo calão contra o próprio Tenóbio.

No entanto, em entrevista ao programa Cidade Alerta, da Record TV, a vereadora negou a versão e acusou Tenóbio e sua equipe de iniciarem as agressões. Em trechos do vídeo, é possível ouvir uma pessoa afirmando que, se a vereadora não fosse uma mulher, iria agredi-la.”Eu quero que a policia tome providência. Eu tenho medo de trabalhar e receber algo pior de cara. Um cidadão diz que vai bater em minha cara… Não sou obrigada a ouvir isso. Esse homem me persegue desde a campanha. Eu vou ter que ficar passando por isso até quando? Eu vou precisar morrer? Eu respeito ele e quero que ele respeite a mim e minhas filhas. Eu não vou deixar ele dizer que vai quebrar minha cara”, disse Luciana Tavares.

Segundo a parlamentar, ainda não foi prestada nenhum tipo de queixa na delegacia da cidade, mas há outras ocorrências feitas contra o vereador. Procurada pelo bahia.ba, a prefeitura da cidade afirmou que “não tem nada a ver com isso” e que todas informações devem ser apuradas com a Câmara Municipal de Vereadores.

Leilane Teixeira/Bahia.ba

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