Sem lavagem, torcedores da dupla Ba-Vi sobem a Colina Sagrada por clubes que caíram

O torcedor do Bahia era Binha de São Caetano, símbolo do Esquadrão. O do Vitória, um torcedor desconhecido, que trajava uma regata nas cores vermelho e preta

Foto: Leitor Metro1
A tradicional Lavagem do Bonfim, maior ato do calendário de festas populares da Bahia, não acontece este ano como precaução pela pandemia da Covid-19. Ainda assim, muitos devotos subiram a Colina Sagrada nesta quinta-feira (13) para pedir e agradecer as graças alcançadas.

Nesta manhã, uma das cenas que chamou a atenção, enquanto o Padre Edson Menezes puxava uma oração para as vítimas da pandemia, foi dois torcedores de Bahia e Vitória ajoelhados, abraçados, próximos ao gradil da igreja. O torcedor do Bahia era Binha de São Caetano, símbolo do Esquadrão. O do Vitória, um torcedor desconhecido, que trajava uma regata nas cores vermelho e preta. 

O ano de 2021 não foi bom para a dupla Ba-Vi. O tricolor caiu para a Segunda Divisão do Brasileiro, enquando o rubro-negro despencou para a Terceira do nacional. 

André Uzêda/Metro1

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