Doenças transmitidas pelo Aedes aegypti têm aumento em Vitória da Conquista

Com chuva, mais focos do mosquito foram identificados na cidade, mas situação ainda não é alarmante

Foto: Divulgação

O último Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), realizado no mês de novembro pelo Centro de Controle de Endemias (CCE), indica que, em Vitória da Conquista, no centro-sul da Bahia, foi apresentado um índice de infestação de 2,2%. Na pesquisa anterior, feita em setembro, esta taxa estava em 1,4%, ou seja, houve um aumento de 0,8%.

O coordenador do CCE, Eliezer Almeida, afirmou que, com as chuvas dos últimos meses,  as equipes têm identificado mais focos do mosquito. Apesar, disso, ele ainda não classifica a situação como alarmante. “As pessoas acabam se descuidando e o mosquito encontra condições para se reproduzir em recipientes pequenos que acumulam água. Nesse momento, é natural que aumente um pouco o número de casos, mas não é algo alarmante. Estamos tomando todas as providências”, disse.

Os agentes de endemias inspecionaram 6.420 residências e estabelecimentos em 78 bairros e loteamentos do perímetro urbano no último estudo estudo. As localidades que apresentaram índice de infestação do mosquito de alto risco foram: Ipanema (18.7), Vila Conquista (17.0), Orfanato (10.7), Cidade Maravilhosa (8.5) e Panorama (5.6).

Em 2021, o município registrou 891 notificações de casos suspeitos de arboviroses. Desse total, 77 foram confirmados laboratorialmente para dengue, 25 para chikungunya e oito para zika. Outros 689 casos foram descartados, 41 tiveram resultados inconclusivos e 51 estão aguardando resultado laboratorial.

Metro1

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