por Rodrigo Daniel Silva

Fotos: Manu Dias/ GOVBA
O governador Rui Costa (PT) disse, nesta segunda-feira (17), que é "meio artificial" a versão de Paulo Emílio Cata Pretta, que é advogado do miliciano Adriano da Nóbrega, sobre "queima de arquivo". Em entrevista à imprensa nacional, o defensor afirmou que o cliente temia sofrer "queima de arquivo".
Para o governador, se o miliciano temia de ser moto, ele deveria se entregar a Justiça e não fugir. Adriano da Nóbrega foi morto, na semana passada, após operação policial na cidade baiana de Esplanada.
"Me parece estranho a declaração do advogado. Se qualquer um de vocês souber que tem um mandado judicial para se apresentar a Justiça, o que qualquer cidadão que não tem nada a temer faria? Iria se apresentar. [...] Me parece uma versão meio artificia essa teoria de que foi montada de que ele fosse um santo e fosse declarar tudo a Justiça", declarou Rui, em entrevista à imprensa.
Tags:
JUSTIÇA




